CHECK-UP DIGITAL.

Antes de fazer o que quer que seja, separamos o que a empresa sabe do que acha que sabe.

Método P2P · Mês 1

Serviços

  • Diagnóstico
  • Posicionamento
  • Arquitetura do site

Entregáveis

  • Diagnóstico do site, redes, SEO e conversão, por prioridade
  • Leitura do processo comercial
  • Quatro concorrentes, canal a canal
  • Documento de posicionamento e arquitetura do site

O Check-up Digital é o primeiro mês do Método P2P. Não é uma auditoria de ferramentas: é um diagnóstico do negócio. O que uma empresa nos traz ("queremos mais contactos", "precisamos de um site novo") é quase sempre um sintoma. O mês 1 serve para chegar à causa, e só depois se decide o que fazer. Os exemplos desta página são de uma empresa fictícia, mas a forma de trabalhar é a de todos os clientes.

As três perguntas.

Há coisas que nenhuma ferramenta mede. Por isso o Check-up começa sempre com três perguntas a quem decide: o que dizem os clientes quando decidem não comprar, que frase aparece em todas as reuniões de venda, e que cliente não querem ter.

As respostas raramente estão no site. Estão na cabeça do dono, nas objeções que a equipa comercial ouve todas as semanas, e nos clientes que a empresa aceitou e de que se arrependeu. É daqui que sai o que distingue a marca.

O Brief Score.

Tudo o que a empresa nos diz é separado em cinco categorias antes de se decidir alguma coisa: facto, hipótese, opinião, contradição e lacuna. "Os melhores clientes chegam por recomendação" é um facto. "O site está bom, só precisa de mais visitas" é uma opinião. "Dizemos vender qualidade, mas a página de serviços só fala de preço" é uma contradição. "Ninguém sabe quantos contactos fecham" é uma lacuna.

Separar estas coisas evita o erro mais caro do marketing: gastar meses a resolver o problema errado. Uma lacuna resolve-se a medir; uma contradição resolve-se a decidir; uma opinião testa-se.

O olhar de fora.

Ao lado das conversas, lemos o que qualquer cliente vê: o site, as redes, o Google, os quatro concorrentes que a empresa mais encontra. Num estudo público que fizemos às apps de saúde em Portugal, bastou uma tarde para encontrar pesquisas que nenhum grupo de saúde estava a ganhar. Corrigi-las custava uma decisão, não desenvolvimento. É este o tipo de achado que o mês 1 procura.

O que fica no fim do mês.

Um documento de posicionamento: o que a empresa é para quem decide, em linguagem, imagem, comportamento e experiência. A arquitetura do site. As prioridades por ordem. E a leitura do processo comercial: quem responde aos contactos, em quanto tempo, e quantos fecham.

O documento é do cliente, para usar connosco ou sem nós. No fim do mês 1, se não fizer sentido continuar, o cliente para e paga só esse mês.

A seguir

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